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Pastor Samuel Câmara declara apoio a Bolsonaro

News3

O pastor Samuel Câmara, presidente da CADB (Convenção da Assembleia de Deus no Brasil), e líder da igreja-mãe em Belém do Pará, declarou apoio a candidatura à presidência da República de Jair Bolsonaro. 

O ato aconteceu na última quarta-feira (5), e reuniu mais de mil obreiros da Assembleia de Deus em Belém do Pará, que na ocasião, debateram e analisaram o contexto político do Brasil.  O local da reunião, segundo o pastor Samuel Câmara, foi realizado  em um local neutro: “Fazemos nossa reunião em local neutro, jamais na igreja. Precisamos obedecer às leis como mais uma forma de exercer cidadania”.

BRASIL CONTAGIADO

Ainda de acordo com o pastor Samuel Câmara, o Brasil está contagiado por uma onda chamada Jair Bolsonaro. Nos últimas dias, o pastor esteve em Roraima e no Amazonas e observou um grande entusiasmo pelo candidato do PSL. Ele também ressalta que a política é tema constante há anos nas atividades de Missão da Cidadania, que funciona como oportunidade para que pastores de variadas localidades se reúnam a fim de aprender a como exercer melhor sua cidadania.

O líder da Igreja-Mãe, pastor Samuel Câmara afirmou durante a reunião que vai trabalhar e votar em Bolsonaro:

“Vamos trabalhar e votar para que este Brasil se torne cada vez melhor. Apoiamos Jair Bolsonaro, pois apoiamos a família e os valores cristão”

1º Vice-presidente da CGADB grava vídeo e declara apoio a Jair Bolsonaro

Apesar de a CGADB  não se posicionar a favor do candidato Jair Bolsonaro, o pastor Sebastião Rodrigues de Souza, 1º Vice-presidente da CGADB, gravou vídeo em agosto e reforçou apoio a Bolsonaro à presidência da República. Pelo que se sabe, as lideranças da CGADB estão muito bem próximas ao presidencial Henrique Meirelles.

Pr. Sebastião Rodrigues de Souza, Presidente da AD em Cuiabá, COMADEMAT

O vídeo em que o pastor Sebastião aparece ao lado de Galli não foi gravado no púlpito ou em ambiente que caracteriza abuso do poder religioso. A questão ganha força nos debates sobre as eleições de outubro graças  ao crescimento vertiginoso da chamada bancada religiosa,  especialmente evangélica.

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